A marcha pela liberdade das mulheres

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Podemos dizer que 2011 foi um ano marcado pelas Marcha das Vadias, que ocorreram em diversas cidades do mundo [neste link está a minha chamada para a marcha em Belo Horizonte]. “Irreverentes, descoladas e necessárias“, as marchas trouxeram visibilidade a uma série de questões acerca dos direitos das mulheres, especialmente especialmente em relação ao cerceamento da sexualidade feminina. Foi esse o tema do artigo que escrevi para a Revista Fórum de novembro:

Embora já tenha sido obtida a igualdade jurídica entre homens e mulheres, às mulheres ainda é negado o direito à autonomia, especialmente em relação à sua sexualidade e aparência. As Marchas das Vadias que vêm ocorrendo no mundo problematizam essa questão e indicam o caminho para efetivar a liberdade das mulheres.

A participação espontânea e bastante expressiva de mulheres jovens nas Marchas das Vadias mostra que o controle da sexualidade feminina é para elas um ponto importante a ser combatido. Essas mulheres nasceram em um mundo no qual, segundo os conservadores, as mulheres já conquistaram todos os direitos.

No entanto, as jovens comparecem massivamente às passeatas para mostrar que seu cotidiano é bem diferente: seus desejos e sua autonomia estão sendo sistematicamente cerceados por causa do controle da sexualidade feminina. Elas não estão livres, ainda não podem se comportar da forma que desejam.

Continue lendo o artigo no site da Revista Fórum

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