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	<title>Comentários sobre Cynthia Semíramis</title>
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	<description>feminismo e direitos humanos</description>
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		<title>Comentário sobre Mulher é gente, não é presente por Sybylla</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/02/17/mulher-e-gente-nao-e-presente/#comment-2765</link>
		<dc:creator><![CDATA[Sybylla]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Feb 2012 00:17:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Excelente texto.

As pessoas, inclusive algumas mulheres, ainda não perceberam esse status de posse que ainda têm e alguma acham até normal que ele exista. Vamos abrir os olhos, mulheres!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto.</p>
<p>As pessoas, inclusive algumas mulheres, ainda não perceberam esse status de posse que ainda têm e alguma acham até normal que ele exista. Vamos abrir os olhos, mulheres!</p>
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		<title>Comentário sobre Mulher é gente, não é presente por Blogagem coletiva: repúdio ao caso de estupro e assassinato como presente de aniversárioBlogueiras Feministas &#124; Blogueiras Feministas</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/02/17/mulher-e-gente-nao-e-presente/#comment-2763</link>
		<dc:creator><![CDATA[Blogagem coletiva: repúdio ao caso de estupro e assassinato como presente de aniversárioBlogueiras Feministas &#124; Blogueiras Feministas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 23:10:43 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Mulher é gente, não é presente! por Cynthia Semiramis [...]]]></description>
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		<title>Comentário sobre Mulher é gente, não é presente por coletivomaniva</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/02/17/mulher-e-gente-nao-e-presente/#comment-2762</link>
		<dc:creator><![CDATA[coletivomaniva]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 21:36:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Muito legal seu texto! Só pelo primeiro parágrafo já deu vontade de ler por completo.
Interessante mesmo imaginar que coisas assim acontecem ainda hoje, com tanta informação e mudanças...]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal seu texto! Só pelo primeiro parágrafo já deu vontade de ler por completo.<br />
Interessante mesmo imaginar que coisas assim acontecem ainda hoje, com tanta informação e mudanças&#8230;</p>
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		<title>Comentário sobre Mulher é gente, não é presente por A gente não aceita violência. Ponto</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/02/17/mulher-e-gente-nao-e-presente/#comment-2761</link>
		<dc:creator><![CDATA[A gente não aceita violência. Ponto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 19:55:31 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] Mulher é gente, não presente, por Cynthia Semíramis Esses casos são uma pequena amostra do festival de desgraças que a gente acompanha ao lidar com o tema de violência contra mulheres. Fica nítido que muitas pessoas ainda acham que mulher não tem direito de escolha, pois não entendem que mulher é gente. Tantos séculos tratando mulheres como coisas gerou uma cultura que ainda ignora a vontade das mulheres, continua tratando-as como coisas e faz o possível e o impossível para proteger os agressores, como se só eles fossem gente. Aí coloca-se a culpa na vítima (vide o comentário do policial que resultou nas Marchas das Vadias), que perdeu o status de gente pra se tornar uma coisa à mercê do agressor. Ainda temos um longo caminho pra reconhecer efetivamente mulheres como gente. [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] Mulher é gente, não presente, por Cynthia Semíramis Esses casos são uma pequena amostra do festival de desgraças que a gente acompanha ao lidar com o tema de violência contra mulheres. Fica nítido que muitas pessoas ainda acham que mulher não tem direito de escolha, pois não entendem que mulher é gente. Tantos séculos tratando mulheres como coisas gerou uma cultura que ainda ignora a vontade das mulheres, continua tratando-as como coisas e faz o possível e o impossível para proteger os agressores, como se só eles fossem gente. Aí coloca-se a culpa na vítima (vide o comentário do policial que resultou nas Marchas das Vadias), que perdeu o status de gente pra se tornar uma coisa à mercê do agressor. Ainda temos um longo caminho pra reconhecer efetivamente mulheres como gente. [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Mulher é gente, não é presente por nalua</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/02/17/mulher-e-gente-nao-e-presente/#comment-2760</link>
		<dc:creator><![CDATA[nalua]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 18:16:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cynthia, perfeito, perfeito. E é triste tudo isso. Mas isso vai mudar e melhorar muito ainda. Beijos]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cynthia, perfeito, perfeito. E é triste tudo isso. Mas isso vai mudar e melhorar muito ainda. Beijos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Lei Maria da Penha e a igualdade entre homens e mulheres por Mulher é gente, não é presente &#171; Cynthia Semíramis</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2011/08/07/lei-maria-da-penha-e-a-igualdade-entre-homens-e-mulheres/#comment-2759</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mulher é gente, não é presente &#171; Cynthia Semíramis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:36:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] sendo que é palco de violência doméstica (que é tão comum e grave a ponto de precisarmos da Lei Maria da Penha pra tentar reverter esse quadro). É bom não esquecer que o caso de Queimadas chamou a atenção [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] sendo que é palco de violência doméstica (que é tão comum e grave a ponto de precisarmos da Lei Maria da Penha pra tentar reverter esse quadro). É bom não esquecer que o caso de Queimadas chamou a atenção [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Mulheres, costura e feminismo por ana rüsche</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2011/11/09/mulheres-costura-e-feminismo/#comment-2757</link>
		<dc:creator><![CDATA[ana rüsche]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 12:37:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[eita, cynthia!
gracias, tá lindo.
beijo]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>eita, cynthia!<br />
gracias, tá lindo.<br />
beijo</p>
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	<item>
		<title>Comentário sobre Hoje é dia de Marcha das Vadias por A marcha pela liberdade das mulheres &#171; Cynthia Semíramis</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2011/06/18/hoje-e-dia-de-marcha-das-vadias/#comment-2751</link>
		<dc:creator><![CDATA[A marcha pela liberdade das mulheres &#171; Cynthia Semíramis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 11:38:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[[...] que 2011 foi um ano marcado pelas Marcha das Vadias, que ocorreram em diversas cidades do mundo [neste link está a minha chamada para a marcha em Belo Horizonte]. &#8220;Irreverentes, descoladas e [...]]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] que 2011 foi um ano marcado pelas Marcha das Vadias, que ocorreram em diversas cidades do mundo [neste link está a minha chamada para a marcha em Belo Horizonte]. &#8220;Irreverentes, descoladas e [...]</p>
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		<title>Comentário sobre Roda de Conversa: história das desigualdades entre mulheres e homens por Natalia Pietra Méndez</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2011/12/17/roda-de-conversa-historia-das-desigualdades-entre-mulheres-e-homens/#comment-2745</link>
		<dc:creator><![CDATA[Natalia Pietra Méndez]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 16:50:07 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cynthia, muito boa sua síntese do debate realizado na 3ª conferência. E parabéns pelo blog. Um abraço!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cynthia, muito boa sua síntese do debate realizado na 3ª conferência. E parabéns pelo blog. Um abraço!</p>
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		<title>Comentário sobre Cadastro de gestantes e bolsa-chocadeira por Mauro A. Silva</title>
		<link>http://cynthiasemiramis.org/2012/01/05/cadastro-de-gestantes-e-bolsa-chocadeira/#comment-2730</link>
		<dc:creator><![CDATA[Mauro A. Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 15:54:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rede Cegonha, rede virgem-maria, rede boto-cor-de-rosa e outras imaculadas concepções.
Posted on 8 08UTC janeiro 08UTC 2012 &#124; Deixe um comentário &#124; Editar

Mais uma vez o governo da presidenta Dilma Rousseff ignorou pontos fundamentais em relação à saúde da mulher. A Medida Provisória MP 557 de 26 de dezembro de 2011 (com força de lei federal) vem reforçar e coroar mitos infantilóides (“rede cegonha” etc), ignorando que a gravidez é apenas um dentre vários aspectos da saúde da mulher.
Tanto a Portaria 1.459 de 24 de junho de 2011 (Ministério da Saúde instituí a Rede Cegonha) quanto a MP 557/2011 (Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna) falam em “Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher”, mas ignoram por completo questões fundamentais às mulheres em geral e às feministas em particular: a sexualidade, o desejo, o prazer, a educação sexual, a prevenção à gravidez, a prevenção contra DST/AIDS, os métodos contraceptivos, a pílula do dia seguinte, o aborto… A MP 557/2011 ainda cria uma figura jurídica nova que concorrente com os direitos das mulheres: “Art. 19-J. Os serviços de saúde públicos e privados ficam obrigados a garantir às gestantes e aos nascituros o direito ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados”.
Os direitos à maternidade e a uma gestação saudável sempre foram direitos da mulher. A partir desta MP 557/2011, o direito da mulher é concorrente com o direito do nascituro… o corpo da mulher não mais lhe pertence a partir da concepção… a mulher não terá total liberdade em optar nem por procedimentos médicos e nem pelo modelo de pré-natal e parto que mais lhe agradar…

Quem vai defender o novo direito do nascituro?
O Código Civil protege a expectativa de direito do nascituro, que se confirma se houver nascimento com vida (artigo 2º do Código Civil, lei federal 10.406/2002).
O Código Penal estabelece pana para quem consente ou pratica o aborto, mas não fala em direitos do nascituro. No caso de estupro ou risco de morte à gestante, o aborto não era punido.
A partir da medida Provisória MP 557/2011, os nascituros têm direitos “ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados” (artigo 16, dando nova redação ao artigo 19-J da lei federal 8.080, de 19 de setembro de 1990). Isto significa que os direitos da mãe são concorrentes com os direitos do nascituro e que, em muitos casos, feder-se-á alegar conflitos de interesses!
Sendo assim, fica evidente que não tardará a encontrarmos pessoas ou instituições exigindo a criação das “curadorias de nascituros”, cujo objetivo será garantir o direito do nascituro independentemente da vontade da mãe; e registro de gravidez, o pré-natal, o parto e o nascimento serão obrigatórios para a mulher, nem que seja necessário o uso da força…

Curiosidades:
1) Lembram-se daquele blog “progressista”, que usou o termo “feminazi” (feminista+nazista) para definir s mulheres ou feministas que defendem o direito ao aborto? Pois bem: aquele blog está em nova campanha contra as feministas que criticam a MP 557/2011, chamando-as de ignorantes, limitados, doutores sem instrução, assassinos de reputação, covardes, ferozes, mentirosas, arrogantes etc…
2) a MP 557/2011 foi assinada em 26 de dezembro para que os 90 dias para instalação das “Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco” coincidam com a data de 25 de março, “Dia do Nascituro”… os fundamentalista religiosos agradecem.

A sociedade, as mulheres, em geral, e as feministas, em particular, devem ficar atentas aos movimentos religiosos fundamentalistas, os quais querem transformar uma questão de saúde pública em uma proibição expressa de toda forma de aborto, proibindo até mesmo nas situações legalmente aceitas desde 1940 no Brasil. Para impor suas crenças místicas, o fanatismo religioso não mede esforços e nem vê limites legais, pois aproveitam até mesmo uma Medida Provisória para criar uma nova figura jurídica que vai modificar grande parte do ordenamento jurídico brasileiro, começando pelo fim do direito das mulheres optarem pelos procedimentos médicos referentes aos seus próprios corpos.

São Paulo, 08 de janeiro de 2011.
Mauro Alves da Silva

http://blogdomaurosilva.wordpress.com/]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Rede Cegonha, rede virgem-maria, rede boto-cor-de-rosa e outras imaculadas concepções.<br />
Posted on 8 08UTC janeiro 08UTC 2012 | Deixe um comentário | Editar</p>
<p>Mais uma vez o governo da presidenta Dilma Rousseff ignorou pontos fundamentais em relação à saúde da mulher. A Medida Provisória MP 557 de 26 de dezembro de 2011 (com força de lei federal) vem reforçar e coroar mitos infantilóides (“rede cegonha” etc), ignorando que a gravidez é apenas um dentre vários aspectos da saúde da mulher.<br />
Tanto a Portaria 1.459 de 24 de junho de 2011 (Ministério da Saúde instituí a Rede Cegonha) quanto a MP 557/2011 (Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento da Gestante e Puérpera para Prevenção da Mortalidade Materna) falam em “Política de Atenção Integral à Saúde da Mulher”, mas ignoram por completo questões fundamentais às mulheres em geral e às feministas em particular: a sexualidade, o desejo, o prazer, a educação sexual, a prevenção à gravidez, a prevenção contra DST/AIDS, os métodos contraceptivos, a pílula do dia seguinte, o aborto… A MP 557/2011 ainda cria uma figura jurídica nova que concorrente com os direitos das mulheres: “Art. 19-J. Os serviços de saúde públicos e privados ficam obrigados a garantir às gestantes e aos nascituros o direito ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados”.<br />
Os direitos à maternidade e a uma gestação saudável sempre foram direitos da mulher. A partir desta MP 557/2011, o direito da mulher é concorrente com o direito do nascituro… o corpo da mulher não mais lhe pertence a partir da concepção… a mulher não terá total liberdade em optar nem por procedimentos médicos e nem pelo modelo de pré-natal e parto que mais lhe agradar…</p>
<p>Quem vai defender o novo direito do nascituro?<br />
O Código Civil protege a expectativa de direito do nascituro, que se confirma se houver nascimento com vida (artigo 2º do Código Civil, lei federal 10.406/2002).<br />
O Código Penal estabelece pana para quem consente ou pratica o aborto, mas não fala em direitos do nascituro. No caso de estupro ou risco de morte à gestante, o aborto não era punido.<br />
A partir da medida Provisória MP 557/2011, os nascituros têm direitos “ao pré-natal, parto, nascimento e puerpério seguros e humanizados” (artigo 16, dando nova redação ao artigo 19-J da lei federal 8.080, de 19 de setembro de 1990). Isto significa que os direitos da mãe são concorrentes com os direitos do nascituro e que, em muitos casos, feder-se-á alegar conflitos de interesses!<br />
Sendo assim, fica evidente que não tardará a encontrarmos pessoas ou instituições exigindo a criação das “curadorias de nascituros”, cujo objetivo será garantir o direito do nascituro independentemente da vontade da mãe; e registro de gravidez, o pré-natal, o parto e o nascimento serão obrigatórios para a mulher, nem que seja necessário o uso da força…</p>
<p>Curiosidades:<br />
1) Lembram-se daquele blog “progressista”, que usou o termo “feminazi” (feminista+nazista) para definir s mulheres ou feministas que defendem o direito ao aborto? Pois bem: aquele blog está em nova campanha contra as feministas que criticam a MP 557/2011, chamando-as de ignorantes, limitados, doutores sem instrução, assassinos de reputação, covardes, ferozes, mentirosas, arrogantes etc…<br />
2) a MP 557/2011 foi assinada em 26 de dezembro para que os 90 dias para instalação das “Comissões de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento das Gestantes e Puérperas de Risco” coincidam com a data de 25 de março, “Dia do Nascituro”… os fundamentalista religiosos agradecem.</p>
<p>A sociedade, as mulheres, em geral, e as feministas, em particular, devem ficar atentas aos movimentos religiosos fundamentalistas, os quais querem transformar uma questão de saúde pública em uma proibição expressa de toda forma de aborto, proibindo até mesmo nas situações legalmente aceitas desde 1940 no Brasil. Para impor suas crenças místicas, o fanatismo religioso não mede esforços e nem vê limites legais, pois aproveitam até mesmo uma Medida Provisória para criar uma nova figura jurídica que vai modificar grande parte do ordenamento jurídico brasileiro, começando pelo fim do direito das mulheres optarem pelos procedimentos médicos referentes aos seus próprios corpos.</p>
<p>São Paulo, 08 de janeiro de 2011.<br />
Mauro Alves da Silva</p>
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